Primeiro passo - Vida Doméstica
Introduza sua filha desde cedo no mundo da cozinha e da rotina doméstica. Uma menina deve ser prendada. Ela deve saber cozinhar pelo menos o trivial básico, saber lavar, passar e dobrar roupas e ajudar a mãe na casa, mantendo o lar sempre limpo e organizado. Isso é machismo? NÃO. Qualquer paspalhão sabe que as mulheres gostam de ter filhos e largam sua carreira pra tê-los. Cada vez mais elas moram sozinhas também. E nem todas as mulheres do mundo podem ter empregadas. Então com sua filha sabendo se virar domesticamente não só ela está aumentando a qualidade de vida de sua futura família, mas ela está aprendendo sobre organização, disciplina e o gosto por cuidar de sua família, algo imprescindível pra qualquer mulher honesta. E deixa de ser mimada, folgada e aprende que seu umbigo não é o centro do universo.




Segundo Passo - Proibir Novelas e TV
Não deixe sua filha assistir malhação, novelas da globo e BBB. A Rede Globo promove em suas novelas e programação traição, infidelidade, futilidade, valores distorcidos, relacionamentos efêmeros, sexo casual, brigas, ódio, modernismo cretinos e relaxamento moral. É provado que as novelas da Globo aumentaram os divórcios no Brasil. Se não quer ver sua filha se tornar uma Mulher Melancia, Mulher Corrimão, Mulher Maçaneta ou Mulher Buceta, desligue a porra da televisão.


Terceiro Passo - Proíba que ela tenha Orkut, Fotolog e blog pornográficos
Eu me impressiono com a frouxidão e cretinice do pai que não sabe que sua filha tem fotos sensuais de sua bunda, peitos e coxas expostas pra macharada ver e elogiar pela internet MUNDIAL inteira. Em todo o Orkut e internet há gurias com várias fotos absurdas, gurias de até 15 anos se expondo de forma vulgar. Quer dizer com a internet que O PAI PAGA ela está dando uma de PROSTITUTA NOJENTA pra todos verem. Seu CORNO, monitore o que sua filha faz na internet. Não deixe ela publicar esse tipo de foto. Corte a internet se necessário e se precisar dê-lhe umas CHINELADAS. Isso mesmo, chinelo canta, moral avança. Dor constrói caráter.


Quarto Passo - Proíba saídas pra festas
Quando eu digo qualquer festa, me refiro a baladas pesadas, raves, bailes funks e micaretas. Estes ambientes NÃO SÃO pra sua filha tradicional de bem. Estes ambientes têm drogas, homens cafajestes, futilidade e podridão moral. É onde as pessoas vão pra passar HERPES umas pras outras. Quer dizer tu cria tua filha com todas as benesses, roupas, estudos, viagens e a CRETINA vira uma VAGABUNDA RODADA dançando funk e virando piranha na mão de marginais? NADA DISSO. Não é porque uma mulher estuda e vai bem na escola que isso isenta ela de se tornar uma rodada, sem consciência da importância de se preservar e cuidar de sua honra e do sobrenome seu que ela carrega. Se tu é do tipinho que deixa tua própria filha ir em baile funk e micaretas beijar marginais de periferia, eu só posso dizer que tu não vale a MERDA que tu comes e não passa de um FROXO por não dar limites pra tua filha.




Quinto Passo - Não ceda ás chantagens e carinhos de sua filha
As meninas aprendem desde cedo que se forem carinhosas com o pai, sentando no colo, falando manso e dizendo "eu te amo" podem convencer ele de várias coisas como sair pra balada e ganhar mais dinheiro pra sair ou comprar akele sapato tosco. Isso passa a mensagem pra sua filha que se elas utilizarem seu charme com os homens elas poderão conseguir coisas materiais deles. E isso no futuro implica ela fazer um monte de joguinhos com outros homens. Diga NÃO a ela e ensine que se consegue as coisas por esforço e argumentação e não por sedução feminina. Meu pai é um bosta nesse sentido.


Sexto Passo - Monitore as Roupas que sua filha usa
Se sua filha gosta de se vestir que nem puta, muito provavelmente ela já é uma ou simplesmente quer passar a atrair machos. Elogie ela quando ela estiver discreta mas bonita. Estimule a elegância dela. Uma mulher deve ser bonita e elegante mas não vulgar usando tudo que é roupa curta. Não deixe que sua filha queira se destacar pelo número de machos que impressiona e sim pela sua elegância. Se ela insistir em usar shorts, saias curtas, coisas vulgares e não querer aprender sobre a importância da discrição, não deixe ela sair e JOGUE FORA AS ROUPAS VULGARES DELA. Aliás, nem compre porra nenhuma se ela insistir. Quer se vestir que nem puta? Mande-a trabalhar e sair de sua casa. SUA CASA, SUAS REGRAS.


Sétimo Passo - Como fazer ela não querer ficar com cafajestes e marginais?
É de suma importância pra um pai tomar a frente de papos sobre o tipo de homem que sua filha irá se envolver. A regra é a seguinte fazendo uma analogia com Futebol: Elogie os Kakás da vida e Xingue os Ronaldos da vida. Aqui está dicas másculas de como impregnar sua filha de valores por homens bons. Tu precisas contar histórias pra ela antes dela dormir de homens honrados, valentes e íntegros, porém bons com suas mulheres. ISSO MESMO. Conte de seus ancestrais Búfalos que cuidavam de sua família com honra e de mulheres que cuidavam da família e eram felizes. Quando ver um marginal na televisão no Datena, diga pra sua filha que marginais e cafajestes são trastes humanos e que mulher que se envolve com eles não são gente. Ria de mulheres na fila da prisão esperando pra dar pra seus bandidinhos e diga que elas são um bando de OTÁRIAS. XINGUE as atrizes da Globo quando ver elas com algum ricaço e as chame de interesseiras e mostre seu asco por elas. Ou seja, quando estiver com sua filha, não perca a oportunidade de elogiar bons exemplos que vem da televisão e xingar os maus. Ela ficará esperta porque te tem como exemplo e filhas seguem o que o pai quer pra agradá-lo.


Oitavo Passo - Sexualidade feminina
Tu não quer criar uma reprimida problemática mas também não uma vagabunda moderninha feminista. Tome as rédeas e diga nas FUÇAS de sua filha que sexo casual e sair beijando em baladas é coisa de VADIA. Isso mesmo. Dane-se as feministas e toda essa porcaria moderna. Diga que uma mulher de bem procura fazer sexo apenas quando extremamente seguras do sentimento de um homem, dentro de um namoro firme e honrado onde ela já te apresentou o sujeitinho fedorento. Porém nunca diga que sexo é ruim, é sujo e feio. Diga pra sua filha que tu e sua esposa se dão muito bem na cama botando pra quebrar todo dia (ela vai fazer cara de nojo mas tudo bem) e que gostam muito um do outro e que o sexo é bom exatamente porque ambos se conhecem e confiam um no outro. Outra coisa importante é dizer que se ela ficar grávida, pode arranjar outro lugar pra morar. Nunca dê a impressão pra sua filha que tu estarás pro que der e vier em todas as situações. Isso cria irresponsabilidade e gurias mimadas folgadas. Dê uma sensação de medo nela pra ela ficar PIANINHO. O mundo não é festa não PORRA.


Nono Passo: Ensine boas maneiras
Arrotar, peidar, ficar de pernas abertas, não se depilar, não tomar banho, falar palavrões. Mulheres assim são nojentas e perdem a feminilidade e querem ficar copiando os homens pois tem complexo de inferioridade. Feminilidade e "frescurices" femininas não são ruins exatamente. Ser forte e ter garra na vida não podem excluir os traços femininos dela. Mande as feministas a merda e mostre que sua filha é admirada pelos homens por ser educada e não uma machorra gritona desbocada.


Décimo Passo: Ou ela estuda ou tu a deserda
Nada de pagar universidade privada pra ela fazer gastronomia, oceanografia e cinema. Sua filha deve ser incentivada a ler livros e a tirar notas boas. Não deixa que ela se torne uma BABACA FÚTIL que só sabe ficar no MSN falando merda e querendo ficar bonitinha pra marginais. Se ela tirar notas ruins corte MSN, internet, roupas, viagens e chute os sapatos dela. Mande ela arranjar uma merda de emprego também. Ser uma mulher prendada, tradicional e boa cozinheira é importante porém no passado as mulheres não eram analfabetas como as feministas dizem ser. E não compre livrinhos de romances esdrúxulos como Crepúsculo e Sex and The city. Compre pra ela livros pesados, difíceis e violentos e mande ela fazer um resumo pra você.


httdhytyty


Com identificações para cada um, seria possível o fim do anonimato na internet?

Por Eduardo Karasinski

É possível dizer que a internet surgiu de uma maneira muito semelhante aos outros meios de comunicação, como o rádio e a televisão, por exemplo.

Até alguns anos atrás, as pessoas não tinham a mínima noção da proporção que a internet tomaria, muito menos dos usos que se fariam dela. E é exatamente por isso que a rede é, de certa forma, desorganizada hoje em dia.


As leis na internet
Não há leis muito concretas, nem normas de conduta que as pessoas devem seguir obrigatoriamente. Há somente algumas pouquíssimas adaptações das leis que já existem normalmente para a internet.
As poucas leis que servem também para a internet correspondem, em sua maioria, às leis de defesa do consumidor, no caso de alguém comprar produtos em lojas virtuais. Nesse caso, as lojas acabam sendo consideradas da mesma maneira que as reais, não havendo uma diferenciação apropriada.

Fora as leis do consumidor, algumas outras também podem ser adaptadas para a internet, como quando ocorrem ataques pessoais, em que há danos morais. Mesmo assim, não é algo considerado como “lei digital”.

Se realmente houvesse organizações e leis digitais, não teríamos grandes problemas com roubos de contas e falta de privacidade. Mas é importante pensar até que ponto isso é realmente algo benéfico.




O anonimato
É possível dizer, com a maior segurança, que as pessoas têm todo tipo de anonimato que quiserem na internet. Ataques pessoais, por exemplo, podem surgir da maneira mais fácil possível. Comentários ofensivos em blogs e fotologs pessoais, por exemplo, é uma das maneiras mais comuns de ataques anônimos que existe.

Os anônimos tem liberdade demais
E, através de alguns mecanismos, é possível enganar os servidores e fazer com que o seu computador seja visto como sendo um outro totalmente diferente. É como se você se disfarçasse para acessar um determinado site, por exemplo. Esses mecanismos são usados por hackers para invasão de contas em geral, como de bancos, para transferência ilegal de dinheiro.

Não é difícil de tentar visualizar esse anonimato no nosso cotidiano, fora da internet. Imagine um homem que rouba um banco tranquilamente e foge como se fosse simplesmente invisível. É claro que, na maioria das vezes, o rastreamento faz com que seja possível encontrar o criminoso por trás da tela do computador. Porém, isso dificilmente ocorre em casos menores.

O anonimato também invade a pessoalidade de cada um. No Orkut é possível criar um tópico como uma pessoa anônima, para depois jogar críticas e ataques livremente sobre qualquer um que contrariá-lo. O problema é que, apesar de ser possível excluir o tópico e até denunciar a pessoa para o Orkut, não há meios legais para se repreender o agressor.

Isso também acontece em comunidades totalmente anônimas, como é o caso do 4Chan e 55Chan, que funcionam como uma espécie de fórum de discussão. A diferença é que nesses fóruns, absolutamente todos os usuários são anônimos e podem trocar imagens e opiniões sem se identificar de forma alguma.



Na verdade estamos todos identificados
Quando você se conecta a uma rede interna ou de computadores, o seu PC recebe um endereço IP. Esse número é atribuído de maneira individual, para identificar cada um que está conectado. Dessa forma, não é possível anonimato na maioria dos casos, já que quando você utiliza a internet, deixa um “rastro”, que é o seu endereço IP.
Na internet, estamos todos identificados.

Nós buscamos o não anonimato?
Na verdade, o que realmente se percebe, é que queremos perder o anonimato na internet. Pelo menos é isso que dá a entender, quando se veem pessoas que divulgam sem problemas os seus dados pessoais e até as localizações que se encontram em presentes momentos, através de diversas redes sociais. A maioria dos usuários quer, de fato, ser reconhecida.

Entretanto, essas pessoas podem acabar sendo prejudicadas por outras que se fazem anônimas, como citado acima, através dos mais variados ataques pessoais. Em alguns casos, os dados são obtidos de maneira anônima para atingir a vítima também fora do meio virtual.


A solução?
Passaportes digitais?Em outubro, Eugene Kaspersky (CEO da Kaspersky) concordou que o maior problema da internet, em questão de segurança, é o fato das pessoas poderem se fazer anônimas.

A sugestão de Kaspersky para resolver o problema? Fazer com que todos se identifiquem obrigatoriamente na internet, através de passaportes. Para navegar, então, é obrigatório usar o seu. Se você imaginou um usuário e senha, acredite, vai mais longe que isso: seria como um documento de verdade, impresso.

Segundo o CEO, a atitude de liberar a internet para todos foi totalmente errada, pois ela começou como uma ferramenta militar, com a ARPANET (considerada o protótipo da internet). Ao aproximar o virtual do real, a intenção é de que a segurança seja a mesma. Se nossos documentos permitem que sejamos identificados, através de impressões digitais e fotos, por exemplo, será que isso não seria possível no meio virtual?


Como isso pode ser ruim?
Fim do anonimato?Em primeiro lugar, esse “passaporte virtual” envolveria acordos internacionais extremamente complexos e alto custo para todos. Em segundo lugar, é fácil perceber que essa maneira sugerida pelo CEO da Kaspersky é ligada diretamente a uma possível espécie de vigilância.

Imagine se, em cada local que você fosse, no shopping ou no mercado, você precisasse apresentar a sua identidade e ser registrado no local, todas as vezes. Cada ação e passo seu são observados por alguém — e você não sabe quem é. Isso até lembra o clássico livro de George Orwell, chamado “1984”, em que o “Big Brother” observa tudo e todos.

O problema é simples: se acabar o anonimato, a privacidade também é, de certa forma, exterminada. Se bandidos perderem a falta de liberdade, você também vai perder. É uma atitude muito extremista.

E, se pararmos para pensar um pouco, os bandidos acabarão por achar uma maneira de usar identidades falsas, assim como já fazem ao burlar sistemas e roubar bancos virtuais. Sendo assim, se o “passaporte” realmente entrasse em cena para valer, acabaríamos perdendo a liberdade em vão.

Mas, ao mesmo tempo, seria possível que fosse criado um sistema praticamente infalível, de modo que quebrá-lo seria extremamente difícil. É claro, ainda com o custo da falta de liberdade